No Tai Chi encontramos a ideia de harmonia yin-yang para formar uma arte marcial interna do mais alto nível. O aspecto formal, de notória beleza e fluidez, foca a continuidade em espiral, a canalização mental da energia e a dualidade harmónica que se manifesta em pesado e leve, substancial e insubstancial, quiescente e móvel.


Reza a lenda que a origem do Tai Chi se deveu a Zhang San Feng, um sacerdote taoista, que aprendeu artes marciais no templo de Shaolin. Um dia, enquanto pensava na aparente incompatibilidade entre a força e respiração pesada da arte marcial e a sua prática taoista, sentou-se e observou como um grou e uma serpente se confrontavam num combate mortal.

Conscientizou que ambos os animais oram eram suaves, ora sólidos, mas sempre harmoniosos. Desta observação Zhang San Feng desenvolveu o Tai Chie engenhosamente em vez de treinar Kung Fu, Chi Kung e meditação, ele unificou estas componentes numa única arte.


A prática diligente do Tai Chi desenvolve a energia e força interna, agilidade e destreza física e mental, ajuda a focalizar a mente e a desenvolver a saúde, vitalidade e eficácia nas várias tarefas a que nos propomos no dia-a-dia.

As palavras de Lao Tsé descrevem a sua essência:
Dobra-te e permanecerás erecto.
Esvazia-te e permanecerás cheio.
Usa-te e permanecerás novo.

 


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